Deveras que nunca revelei
Meus sinceros devaneios
Pelo simples fato
De ser tu, pessoa
Do Sim, do Não e do Talvez
E eu exageradamente positivista
Pessoas do Sim!
Preferi de certa maneira
Não revelar o que de fato
Revelado esta
Destas diversas e infindáveis linhas
Que escrevi de ti
Pois pior inimigo do Não,
Seria o Talvez!
Que questiona e causa dúvidas
Na alma de qualquer ser
Então para vivermos em harmonia nós três
Eu, você e nossa consciência
Fez se mister que desta forma o fosse
Pois se digo sim ao sol e também a falta dele
E você não a falta dele, ou em dúvidas... Talvez!
Onde ele andará?
Por isso me torno, temporariamente, pessoa do Não
Mesmo porque, nada é definitivo
Momentaneamente meu Não
É para negar-te a ti a existência
Destas linhas. No entanto...
Digo Talvez...
Para um dia vindouro de sol
Por hora me calo em não
Para que vivamos em paz nós três
Eu, você e nossa consciência!
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sexta-feira, 27 de abril de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
Intimidade
Quem beijou a sua boca
Queria arranhar o céu
Com a ponta da língua
E com a ponta do dedo
Remover o véu
E joga-lo ao léu
Para que com um toque de malícia
Fazer-te uma carícia
Que te subtraia o puro mel
De forma sublime e serena
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Queria arranhar o céu
Com a ponta da língua
E com a ponta do dedo
Remover o véu
E joga-lo ao léu
Para que com um toque de malícia
Fazer-te uma carícia
Que te subtraia o puro mel
De forma sublime e serena
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domingo, 26 de fevereiro de 2012
Acordo
No logro do malandrar
Da noite que se inicia
Incisiva e circunspeta
Ladina e lasciva
Duas pessoas se envolvem
E resolvem, que o mundo
É de fato uma síntese!
Do amor que perpetuam na cama
E este acordo é mudo!
Sem que uma palavra deva ser dita
Sem que um texto deva ser descrito
Pois acordado estão de fato!
Olhos abertos, se serram momentaneamente
E selado esta o acordo, pois acordado estão!
E no ápice do acordo
Perdem já o domínio do corpo
Porque os arroubos da noite
Os deixaram exaustos
E eis que agora
Acordados já não estão
Mas mesmo dormindo
O acordo selado
É vigiado e guardado
Por uma força sublime
Que não sabe dizer não!
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Da noite que se inicia
Incisiva e circunspeta
Ladina e lasciva
Duas pessoas se envolvem
E resolvem, que o mundo
É de fato uma síntese!
Do amor que perpetuam na cama
E este acordo é mudo!
Sem que uma palavra deva ser dita
Sem que um texto deva ser descrito
Pois acordado estão de fato!
Olhos abertos, se serram momentaneamente
E selado esta o acordo, pois acordado estão!
E no ápice do acordo
Perdem já o domínio do corpo
Porque os arroubos da noite
Os deixaram exaustos
E eis que agora
Acordados já não estão
Mas mesmo dormindo
O acordo selado
É vigiado e guardado
Por uma força sublime
Que não sabe dizer não!
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sábado, 7 de janeiro de 2012
Ela
Ela era de uma beleza simples!
Graças gratuitas de simplicidade...
Quando usava brincos, eram diminutos
Que de minuto em minuto...
Parava a vê-las
Elas... As orelhas...
Tão delicadas
Que meus lábios ao toca-las
Sentia um frenesi indescritível!
Na boca, não tinha batom
Pois a viva cor de sua tez
Deixava-me de vez
Cativo seu!
Não usava perfume
Pois o suar que exalava
Já me servia de lume
Para as noites amor!
Eu preso e emaranhado
Nos seu longos cabelos
Cavalgava ao vento
Como um louco desvairado
Minhas ânsias varonis
Tolo e hipnotizado
Nem sabia que estava
Subjugado, preso e atado
Pelas vontades do corpo seu
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Graças gratuitas de simplicidade...
Quando usava brincos, eram diminutos
Que de minuto em minuto...
Parava a vê-las
Elas... As orelhas...
Tão delicadas
Que meus lábios ao toca-las
Sentia um frenesi indescritível!
Na boca, não tinha batom
Pois a viva cor de sua tez
Deixava-me de vez
Cativo seu!
Não usava perfume
Pois o suar que exalava
Já me servia de lume
Para as noites amor!
Eu preso e emaranhado
Nos seu longos cabelos
Cavalgava ao vento
Como um louco desvairado
Minhas ânsias varonis
Tolo e hipnotizado
Nem sabia que estava
Subjugado, preso e atado
Pelas vontades do corpo seu
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sábado, 19 de novembro de 2011
Intimidade
As quatro paredes da casa
Há anos prenderam as palavras
Que nunca escrevi pra você
Elas foram testemunhas de nossa
Cumplicidade muda e serena!
E a pena tranqüila e branda
Nem teve pena de me negar
Seus serviços e transpassar para
O papel minhas idéias líricas e amenas
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Há anos prenderam as palavras
Que nunca escrevi pra você
Elas foram testemunhas de nossa
Cumplicidade muda e serena!
E a pena tranqüila e branda
Nem teve pena de me negar
Seus serviços e transpassar para
O papel minhas idéias líricas e amenas
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sexta-feira, 25 de março de 2011
Seus Cabelos
Seus cabelos ao vento,
soltos, revoltos.
Parecem uma pintura
a se apreciar.
Minhas mãos neles
se perdem!
Os dedos percorrem trilhas,
desbravam seu incosciente!
E você de olhos fechados,
parece sonhar
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soltos, revoltos.
Parecem uma pintura
a se apreciar.
Minhas mãos neles
se perdem!
Os dedos percorrem trilhas,
desbravam seu incosciente!
E você de olhos fechados,
parece sonhar
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Calor...
O calor que te aquece
e parece te queimar,
não é o sol, Astro rei,
mas sim meu corpo
querendo o seu,
por um breve instante!
E nesta troca de
carícias múltiplas,
arde eu, arde você!
Sem se sentir dor.
E eis então que
o fogo se abranda
sem nunca cessar!
Torna-se calmo, suave,
Como a luz do seu olhar!
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e parece te queimar,
não é o sol, Astro rei,
mas sim meu corpo
querendo o seu,
por um breve instante!
E nesta troca de
carícias múltiplas,
arde eu, arde você!
Sem se sentir dor.
E eis então que
o fogo se abranda
sem nunca cessar!
Torna-se calmo, suave,
Como a luz do seu olhar!
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